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Transtorno de Personalidade Borderline

No Transtorno de Personalidade Borderline o paciente tem uma maneira de ser caracterizada por baixa tolerância à frustração, impulsividade, oscilações de humor, tentativas de suicídio, descontrole nas finanças, instabilidade nos relacionamentos (amor, amizade e no trabalho) e teatralidade. Sua vida pode ser desorganizada e caótica.

Há dificuldade em manter o vínculo terapêutico ocasionado pela baixa tolerância à frustrações e à impulsividade.. não deve ser dado deveres de casa na TCC.

Há um padrão de boicote a si mesmo quando uma meta está prestes a ser alcançada, como abandonar a escola antes da formatura ou regredir severamente após uma discussão acerca do sucesso da terapia até o momento atual. Até mesmo desenvolver sintomas do tipo psicóticos (alucinações, distorções da imagem corporal, etc).

O padrão comum é o de instabilidade crônica no início da idade adulta, com episódios de sério descontrole afetivo e impulsivo e altos níveis de utilização de serviços de saúde mental, sendo uma patologia hereditária.

Neste Transtorno há um padrão invasivo de instabilidade dos relacionamentos interpessoais, auto-imagem, afetos e acentuada impulsividade, que começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos, como indicado por cinco (ou mais) dos seguintes critérios:

1. esforços frenéticos para evitar um abandono real ou imaginado.
Nota: Não incluir comportamento suicida ou automutilante, coberto no Critério 5;

2. um padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos, caracterizado pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização;

3. perturbação da identidade: instabilidade acentuada e resistente da auto-imagem ou do sentimento de self;

4. impulsividade em pelo menos duas áreas potencialmente prejudiciais à própria pessoa (por ex., gastos financeiros,

sexo, abuso de substâncias, direção imprudente, comer compulsivamente).
Nota: Não incluir comportamento suicida ou automutilante, coberto no Critério 5;

5. recorrência de comportamento, gestos ou ameaças suicidas ou de comportamento automutilante;

6. instabilidade afetiva devido a uma acentuada reatividade do humor (por ex., episódios de intensa disforia, irritabilidade ou ansiedade, durando algumas horas e apenas raramente mais de alguns dias);

7. sentimentos crônicos de vazio;

8. raiva inadequada e intensa ou dificuldade em controlar a raiva (por ex., demonstrações frequentes de irritação, raiva constante, lutas corporais recorrentes);

9. ideação paranóide transitória e relacionada ao estresse ou severos sintomas dissociativos.

O terapeuta precisa dar limite ao comportamento do cliente, e não às emoções; é preciso validar a emoção negativa, como a raiva, mas não aceitar que o cliente o agrida. As sessões variam muito, assim como o próprio cliente. Um dos maiores e piores empecilhos na terapia e na medicação é a dificuldade em manter o vínculo afetivo com o terapeuta e com o psiquiatra.

O paciente tem uma maneira de ser caracterizada por baixa tolerância à frustração, impulsividade, oscilações de humor, tentativas de suicídio, descontrole nas finanças, instabilidade nos relacionamentos (amor, amizade e no trabalho) e teatralidade. Sua vida pode ser desorganizada e caótica.

Há dificuldade em manter o vínculo terapêutico ocasionado pela baixa tolerância à frustrações e à impulsividade.. não deve ser dado deveres de casa na TCC.

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